A Teoria dos Jogos Aplicada ao Processo Penal
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O jogo Ê dinâmico e com a possibilidade de mudança, alternância, vitória, empate ou derrota. E pode se renovar (jogos repetitivos ou noutras instâncias recursais). De alguma maneira o jogo processual penal då ordem parcial ao caos, estipulando o local do jogo, seus limites, regras, jogadores e julgadores.
DaĂ seu efeito cativante. Para ser um bom jogador nĂŁo basta somente conhecer as regras processuais. Ă preciso ter habilidade, inteligĂŞncia, ritmo, harmonia, capacidade de improviso e fair play.
A Teoria dos Jogos aplicada ao processo penal pretende superar a visão linear do processo penal. Invocando os jogadores/julgadores, as regras de conteúdo variado, antecipando as recompensas dos intervenientes e as expectativas de comportamento (estratÊgias e tåticas), busca compreender os reais fatores de um processo penal. No jogo processual as regras são impostas pelo Estado e sustentadas pelo magistrado. Limitam o tempo, desde a denúncia atÊ o trânsito em julgado, bem assim o espaço (Tribunal) em que serå jogado.
O jogo Ê dinâmico e com a possibilidade de mudança, alternância, vitória, empate ou derrota. E pode se renovar (jogos repetitivos ou noutras instâncias recursais). De alguma maneira o jogo processual penal då ordem parcial ao caos, estipulando o local do jogo, seus limites, regras, jogadores e julgadores. Daà seu efeito cativante.
Para ser um bom jogador não basta somente conhecer as regras processuais. à preciso ter habilidade, inteligência, ritmo, harmonia, capacidade de improviso e fair play. Ao se assumir a função de jogador ou julgador, no jogo processual penal, acontece a criação de ambiente apartado das preferências pessoais. Utilizam-se måscaras e lugares diferenciados, para os quais a estÊtica e a performance roubam a cena. à uma maneira diferenciada de compreensão. Boa leitura.
Visite: http://guiacompactodoprocessopenal.wordpress.com
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