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Os cinco padrões que quebram a prova

Investigação Defensiva: os padrões que quebram a prova antes dela chegar em juízo | RDS Análise de Dados de Fontes Abertas · Investigação Defensiva Os cinco padrões que quebram a prova RDS · @RDSWEB A prova quase sempre existe. O que falta não é tecnologia, é tempo — e vontade de quem paga a conta de investigar até o fim. Depois de duas décadas atuando entre CTI, OSINT e perícia digital, aprendi que a maioria dos casos não é perdida por ausência de evidência. É perdida porque alguém decidiu que 40 horas de análise cabiam em 6, ou que um laudo de 3 páginas resolveria o que exigia 30. O resultado é um padrão recorrente: dossiês tecnicamente corretos e estrategicamente inúteis. 01 Um relatório pericial que devia documentar a cadeia completa de extração, hash e preservação frequentemente chega ao cliente reduzido a uma página de conclusões. Já vi processos em que o laudo final citava um hash SHA-256 do dispositivo original, mas ne...

A Teoria dos Jogos Aplicada ao Processo Penal

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O jogo é dinâmico e com a possibilidade de mudança, alternância, vitória, empate ou derrota. E pode se renovar (jogos repetitivos ou noutras instâncias recursais). De alguma maneira o jogo processual penal dá ordem parcial ao caos, estipulando o local do jogo, seus limites, regras, jogadores e julgadores. 

Daí seu efeito cativante. Para ser um bom jogador não basta somente conhecer as regras processuais. É preciso ter habilidade, inteligência, ritmo, harmonia, capacidade de improviso e fair play. 





A Teoria dos Jogos aplicada ao processo penal pretende superar a visão linear do processo penal. Invocando os jogadores/julgadores, as regras de conteúdo variado, antecipando as recompensas dos intervenientes e as expectativas de comportamento (estratégias e táticas), busca compreender os reais fatores de um processo penal. No jogo processual as regras são impostas pelo Estado e sustentadas pelo magistrado. Limitam o tempo, desde a denúncia até o trânsito em julgado, bem assim o espaço (Tribunal) em que será jogado. 


O jogo é dinâmico e com a possibilidade de mudança, alternância, vitória, empate ou derrota. E pode se renovar (jogos repetitivos ou noutras instâncias recursais). De alguma maneira o jogo processual penal dá ordem parcial ao caos, estipulando o local do jogo, seus limites, regras, jogadores e julgadores. Daí seu efeito cativante. 


Para ser um bom jogador não basta somente conhecer as regras processuais. É preciso ter habilidade, inteligência, ritmo, harmonia, capacidade de improviso e fair play. Ao se assumir a função de jogador ou julgador, no jogo processual penal, acontece a criação de ambiente apartado das preferências pessoais. Utilizam-se máscaras e lugares diferenciados, para os quais a estética e a performance roubam a cena. É uma maneira diferenciada de compreensão. Boa leitura. 

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