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Quando a filmagem da ação policial mitiga o viés retrospectivo e condenação injusta

CRIMINAL PLAYER Quando a filmagem da ação policial mitiga o viés retrospectivo e condenação injusta   Alexandre Morais da Rosa 2 de janeiro de 2026, 11h17 Criminal O exercício da jurisdição penal enfrenta o desafio de analisar a conformidade das condutas policiais, isto é, a ocorrência de abuso de poder ou de violação direta às normas. Para que a decisão seja considerada adequada ao devido processo legal, deve-se considerar as circunstâncias concretas em que foi tomada a decisão pelo agente policial, evitando-se a incidência do ‘viés retrospectivo”  [1] , além da produção de toda prova disponível à reconstrução do evento. Até porque o ato realizado pelo agente policial é um ato administrativo, impondo-se o escrutínio da legalidade, incluída a motivação (ônus do agente estatal; lógica anexa ao Tema 280 do STF: “ A entrada forçada em domicílio sem mandado judicial só é lícita, mesmo em período noturno, quando amparada em fundadas razões, devidamente justificadas a posteriori, qu...

Mas, afinal, o que é Design Thinking?



O mundo contemporâneo enfrenta desafios complexos que demandam soluções criativas e eficazes. Nesse cenário, o Design Thinking emerge como uma abordagem poderosa para solucionar problemas de forma inovadora e centrada no ser humano.

Mas, afinal, o que é Design Thinking?

Essencialmente, o Design Thinking é um processo iterativo que busca entender os usuários, questionar suposições, redefinir problemas e criar soluções inovadoras para serem testadas e aprimoradas. Esta metodologia se apoia em cinco etapas fundamentais: empatia, definição, ideação, prototipação e teste, guiando indivíduos e organizações na busca por soluções que realmente atendam às necessidades das pessoas.

Hoje, vamos nos aprofundar em como o Design Thinking pode ser empregado na melhoria das comunidades. Esta jornada não apenas revela novas possibilidades para enfrentar desafios comunitários, mas também fortalece laços, promovendo um desenvolvimento sustentável e centrado no ser humano.

Começar com empatia: O primeiro passo para aplicar o Design Thinking na melhoria das comunidades é a empatia. Esse processo envolve imergir na experiência comunitária, observando e interagindo com as pessoas para entender profundamente suas necessidades, desafios e desejos. A empatia permite identificar os problemas reais que afetam a comunidade, garantindo que as soluções desenvolvidas sejam verdadeiramente relevantes e impactantes.

Reenquadrar problemas: Esse é um ponto crucial no Design Thinking. Isso significa olhar além das suposições iniciais e das percepções superficiais para compreender a essência dos desafios comunitários. Ao mudar a perspectiva sobre um problema, novos caminhos e soluções inesperadas podem surgir, permitindo abordagens mais criativas e eficazes para o desenvolvimento comunitário.

Ideação: A fase de ideação envolve gerar uma ampla gama de ideias para enfrentar os desafios identificados. Neste estágio, é essencial adotar uma mentalidade aberta e exploratória, incentivando a participação de toda a comunidade para trazer diversidade de pensamento e inovação. Através de brainstorming e outras técnicas criativas, as comunidades podem imaginar novas possibilidades e conceber soluções inovadoras.

Prototipação: Prototipar soluções é o próximo passo, transformando ideias em modelos ou experiências testáveis que possam ser avaliados na prática. Essa abordagem permite testar a viabilidade e eficácia das soluções em pequena escala antes de um lançamento mais amplo, reduzindo riscos e permitindo ajustes com base no feedback real da comunidade.

Testar e ajustar: O último passo é testar as soluções prototipadas dentro da comunidade e fazer ajustes conforme necessário, baseando-se nos resultados obtidos. Esse processo contínuo de feedback e aprimoramento contribui para refinar as soluções, assegurando que atendam de forma eficaz às necessidades da comunidade. Fazer ajustes é uma parte crucial do Design Thinking, pois reconhece que o desenvolvimento comunitário é um processo ativo e em constante evolução.

Ao aplicar os princípios do Design Thinking, as comunidades podem abordar seus desafios de maneiras inovadoras e centradas no ser humano, promovendo melhorias significativas e sustentáveis. Este processo colaborativo não apenas gera soluções criativas, mas também fortalece o senso de pertencimento e responsabilidade compartilhada entre os membros da comunidade.


https://inovasocial.com.br/solucoes-de-impacto/design-thinking-desenvolvimento-sustentavel-comunidades

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