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Verdade Inconfortável

Qualquer pessoa pode rastrear você online em menos de 10 minutos — e é completamente legal. Visual: tela preta + cursor piscando. Subtítulo: "O que é OSINT e por que isso muda tudo para sua empresa." 02 Slide OSINT não é espionagem. É investigação com dados que você mesmo deixou para trás. Open Source Intelligence = inteligência gerada a partir de fontes públicas: redes sociais, registros, domínios, metadados. Tudo legal. Tudo disponível. E tudo sobre você. 03 Slide Empresas perdem processos por não saber o que está publicado sobre elas. Documentos vazados, e-mails esquecidos, fotos com metadados, contratos em cache. A prova que condena sua empresa pode estar indexada no Google agora. 04 Slide Provas digitais têm validade legal — mas só se coletadas corretamente. Print de tela não serve em juízo. Hash criptográfico, timestamp certificado e cadeia de custódia são o que diferenciam evidência de suposição. 05 Slide O erro mais comum: descobrir a prova e destruí-la sem querer ao ...

Como usar um gato (sim, o animal!) para hackear as redes Wi-Fi de seus vizinhos

Na comunidade de segurança, existe um termo, chamado de Wardriving, que designa o ato de hackers ou especialistas de segurança andarem pelas ruas, de carro, em busca de redes sem fio desprotegidas ou que pudessem ser exploradas. Agora, Gene Bransfield decidiu dar um tom um pouco mais amistoso a essa prática e inventou o WarKitteh, que substituiu o veículo por um gato curioso.

Falando durante a DefCon, uma conferência de segurança da informação, o especialista disse que teve a ideia de verificar se sua vizinhança estava prestando atenção na segurança de suas informações. Por isso, criou uma coleira tecnológica para seu gato, com uma bateria, uma placa Wi-Fi, um GPS e um firmware interligando tudo isso.

O animal, como faz todos os dias, seguiu pela vizinhança e, quando voltou, carregou consigo todas as informações sobre as redes sem fio que encontrou pelo caminho. E, como já era de se esperar, das 23 conexões encontradas, pelo menos um terço ainda utiliza o velho e inseguro protocolo WEP ou, pior ainda, permanece completamente aberta.

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Em sua maioria, explicou ele, tratam-se de roteadores instalados pelas operadoras de internet, que deixam os equipamentos com suas configurações padrão de fábrica. Como explica matéria da revista americana Wired, celulares, computadores e outros dispositivos conectados nesses pontos permanecem ligados a uma rede sem criptografia alguma e suas informações acabam disponíveis para qualquer pessoa mal intencionada que queira interceptar tais dados.

Com o avanço do crime cibernético, o especialista aponta que é imprescindível que o cidadão comum cuide da qualidade e segurança de suas conexões, de forma a ter sua privacidade e informações protegidos. O WarKitteh pode não ser uma arma viável para uso pelos criminosos virtuais, mas o Wardriving, por exemplo, é uma ameaça real, sem falar em todo tipo de artimanha utilizada pelos hackers para ganhar acesso.

Mais do que isso, Bransfield aponta o dedo para as empresas e a necessidade de que elas informem muito bem os seus clientes sobre a necessidade de uma conexão segura. Não é difícil configurar uma senha e ID em um roteador sem fio, e esse simples ato pode aumentar significativamente a segurança das informações trafegadas pela sua rede.

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