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Quando a filmagem da ação policial mitiga o viés retrospectivo e condenação injusta

CRIMINAL PLAYER Quando a filmagem da ação policial mitiga o viés retrospectivo e condenação injusta   Alexandre Morais da Rosa 2 de janeiro de 2026, 11h17 Criminal O exercício da jurisdição penal enfrenta o desafio de analisar a conformidade das condutas policiais, isto é, a ocorrência de abuso de poder ou de violação direta às normas. Para que a decisão seja considerada adequada ao devido processo legal, deve-se considerar as circunstâncias concretas em que foi tomada a decisão pelo agente policial, evitando-se a incidência do ‘viés retrospectivo”  [1] , além da produção de toda prova disponível à reconstrução do evento. Até porque o ato realizado pelo agente policial é um ato administrativo, impondo-se o escrutínio da legalidade, incluída a motivação (ônus do agente estatal; lógica anexa ao Tema 280 do STF: “ A entrada forçada em domicílio sem mandado judicial só é lícita, mesmo em período noturno, quando amparada em fundadas razões, devidamente justificadas a posteriori, qu...

“investigador virtual”, um robô que conseguia ler todos os...

Ex-aluno da UFSC Jaime de Paula é capa da revista Empreendedor

07/10/2013 11:24  

O engenheiro eletricista Jaime de Paula, formado em 1982 pela UFSC, foi capa da edição de setembro da revista Empreendedor. Sua empresa Neoway, que atua no desenvolvimento de soluções de inteligência, foi selecionada para ser apoiada pela Endeavor, organização internacional sem fins lucrativos que promove a cultura empreendedora. Para fazer parte desse grupo, o empresário passou por um processo seletivo rigoroso, que busca pessoas que revolucionam mercados e sirvam de exemplo de sucesso para as futuras gerações.

Além da graduação, o engenheiro também complementou sua formação na Universidade com mestrado em tecnologia da informação e doutorado em engenharia de produção e sistemas. Após trabalhar em algumas empresas, Jaime foi consultor e desenvolveu um projeto para a Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina. Criou o conceito de “investigador virtual”, um robô que conseguia ler todos os relatórios do sistema e identificar padrões entre as ocorrências, auxiliando na busca de criminosos. Com esse caso de sucesso, foi chamado pela Polícia de Nova Iorque para apresentar seu projeto.

Nos Estados Unidos, conheceu o conceito de “Big Data”, conjunto de soluções tecnológicas capaz de lidar com dados digitais em volume, e percebeu no Brasil a falta de soluções nessa área. Durante seu doutorado, focou os estudos no mapeamento de todas as bases públicas existentes no país e assim surgiu a ideia da Neoway. Fundada em 2009, a empresa conta com 180 colaboradores e atende a 70 clientes, de segmentos de manufatura para construção civil, como Portobello e Deca, e óleo e gás, como a BR.

Segundo o empresário, sua passagem pela Universidade teve influência direta na formação de empreendedor. Sobre os estudantes que também desejam abrir seu próprio negócio, Jaime afirma que a iniciativa das empresas juniores, organizações sem fins lucrativos que prestam serviços a fim de capacitar seus membros, é muito importante e deixa uma dica para quem quer seguir o caminho: “É necessário fazer uma boa análise, buscar um segmento, um cliente alvo para testar os modelos, e só depois partir para a expansão do negócio. Nós, das ciências exatas, costumamos dar muita ênfase para a tecnologia e nos esquecemos do mercado!”.

 Fernanda Costa/Estagiária de Jornalismo da Agecom/UFSC
fernandarvcosta@gmail.com

Tags: Engenharia Elétricaex-aluno UFSCJaime de Paularevista Empreendedor

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