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O bitcoin que virou poupança

O bitcoin que virou poupança | Rafaela Azevedo de Otero e Maíra Fernandes O bitcoin que virou poupança Rafaela Azevedo de Otero · Maíra Fernandes 19 de agosto de 2026, 11h22 Financeiro Criminal Em três semanas de junho e julho de 2024, a Alemanha vendeu 49.858 bitcoins apreendidos, à média de US$ 57,9 mil cada, e arrecadou US$ 2,89 bilhões [1]. Um ano depois, com o bitcoin acima de US$ 115 mil, a imprensa fez a conta do prejuízo: mais de US$ 3 bilhões deixados na mesa. Hoje, com o preço de volta à casa dos US$ 60 mil, a mesma venda parece um acerto. As duas contas provam o mesmo ponto: vender o ativo alheio antes do julgamento não é preservação de valor, é uma aposta. Às vezes ela acerta, às vezes erra. O resultado, bom ou mau, recai sobre o dono do bem, que foi o único que não apostou. O Brasil acabou de montar a estrutura para repetir o feito. A última peça chegou em 7 de agosto de 2026, com a Resolução BCB nº 584 [2]...

“A maior sabedoria é estar grato por tudo o que temos. Neste Natal,

“A época natalina não é sobre presentes, é sobre presença. Aquilo que podemos oferecer de mais importante aos outros é nossa atenção, nossa amizade verdadeira e nosso amor incondicional. O meu maior desejo é que neste Natal possamos irradiar luz e calor para aqueles que nos rodeiam, como estrelas que brilham no céu uns dos outros.”

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