Mini Curso OSINT Data Science: Coleta e Análise de Fontes Abertas com Python e R | RDS @RDSWEB Mini Curso: OSINT Data Science — Coletando e Analisando Fontes Abertas com Python e R Um roteiro prático para transformar dados públicos dispersos em inteligência estruturada, usando o mesmo ciclo que times de CTI e investigação defensiva aplicam todos os dias: coletar melhor, organizar melhor, analisar melhor. OSINT (Open Source Intelligence) deixou de ser apenas "buscar no Google". Hoje, a diferença entre um analista iniciante e um analista sênior está na engenharia de dados por trás da coleta: como você estrutura o que encontra, como automatiza a repetição e como extrai padrões que um olhar manual não vê. Este mini curso conecta OSINT clássico a Data Science aplicada, com foco em Python (coleta) e R (análise/visualização). Módulo 1 — O Ciclo OSINT como Pipeline de Dados Pense no ciclo de inteligência clássico (Direção → Coleta → Processamen...
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Uma das senhas, por exemplo, era “planaltodotemer2016”, que continha ainda, ao lado, uma observação: “não trocar a senha nunca #temerleaks
Provavelmente sem querer, um perfil do governo no Twitter postou um link com as senhas de todas as contas de redes sociais do Palácio do Planalto. Detalhe: as senhas, que mais pareciam ter sido escolhidas por uma criança, estavam salvas em um arquivo público do Google Drive
Por Redação
O governo Temer cometeu, na manhã desta terça-feira (10), uma das falhas mais perigosas que alguém, ou no caso um governo, poderiam cometer na internet: divulgou, por engano, uma lista com as senhas de todas as contas de redes sociais do Planalto.
A conta responsável pela divulgação foi o “Portal Brasil”, através do Twitter. O perfil postou uma notícia de que a Força Nacional permanecerá mais 60 dias no Rio Grande do Norte. No lugar do link da notícia, no entanto, foi postado um link que direcionava para um documento público do Google Drive contendo as senhas de todas as contas do governo.
O tweet em questão (Reprodução)
O tweet, logicamente, foi apagado em seguida e as senhas já devem ter sido todas trocadas. Mas de acordo com a coluna “Radar On-line”, daVeja, que teria conseguido acessar a planilha a tempo, chamou a atenção as senhas escolhidas pelas equipes de tecnologia do governo pelo tom quase infantil e a total falta de segurança.
Uma das senhas, por exemplo, era “planaltodotemer2016”, que continha ainda, ao lado, uma observação: “não trocar a senha nunca”.
Nas redes sociais, internautas ironizaram a falta de segurança exercida pelas equipes do governo ao salvar as senhas em um documento de acesso público.
“As senhas do governo federal estavam num arquivo público no Google Drive. E vocês preocupados com espionagem gringa”, escreveu um usuário do Twitter.
“É o Michelzinho quem escolhe as senhas”, brincou outra internauta.
Não é a primeira vez que chama a atenção a suposta falta de conhecimento do governo Temer com relação a segurança digital. A primeira demonstração de que não haveria tanta preocupação neste sentido se deu em outubro do ano passado que, em meio ao corte de gastos, Temer anunciou que trocaria no Palácio do Planalto todo o sistema de software livre por soluções proprietárias da Microsoft.
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