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Santa Catarina: Golpes Eletrônicos, Vulnerabilidades

  Cibersegurança em Santa Catarina: Golpes Eletrônicos, Vulnerabilidades e Soluções — Análise com R | RDS @RDSWEB WhatsApp (47) 98861-8255 RDS @RDSWEB OSINT · CTI · Investigação Defensiva OSINT Brasil > Inteligência Cibernética > Cibersegurança em SC Golpes eletrônicos, vulnerabilidades institucionais, projeções estatísticas em R e soluções práticas — reunidos em um único relatório, com dados de fontes oficiais. Este material reúne toda a pesquisa sobre cibersegurança em Santa Catarina e Joinville : golpes eletrônicos, ataques a prefeituras e infraestrutura crítica, tratados com ciência de dados em R . Fontes: Anuário Brasileiro de Segurança Pública, SSP-SC, CERT.br/NIC.br, Polícia Federal, Febraban, CNseg e Security Report. Visão Geral Projeção R Vulnerabilidades Soluções Ocorrência FAQ 0x Sobrerrepresentação de...

ImageGate: ransomware disfarçado de imagem pode ser enviado pelo Facebook

Um malware que criptografa seus arquivos pode chegar pelo Facebook ou LinkedIn. A empresa de segurança Check Point divulgou na quinta-feira (24) uma técnica que permite disfarçar ransomwares em imagens, que então podem ser enviadas pelas redes sociais. Quando o usuário baixa e executa o malware, os arquivos do computador são protegidos por senha e o criminoso exige o pagamento de um resgate.
Este vídeo ajuda a entender melhor:
O ransomware em questão é o Locky. Segundo o Ars Technica, ele está fazendo vítimas desde o início do ano, exigindo o pagamento de cerca de meio bitcoin (algo em torno de R$ 1,2 mil, na cotação de hoje) para que o usuário tenha acesso aos seus arquivos de volta. O Locky era disseminado por meio de macros em documentos do Word, mas ultimamente tem se espalhado em redes sociais.
A Check Point não entra nos detalhes de como funciona a vulnerabilidade do Facebook e do LinkedIn, já que a falha ainda não foi corrigida. Mas a empresa de segurança diz que os hackers conseguiram “embedar código malicioso em um arquivo de imagem e enviá-lo com sucesso para a rede social”. Isso seria possível devido a um problema de configuração que permite forçar a vítima a baixar o arquivo malicioso, em vez de exibi-lo diretamente na janela do Facebook Messenger como uma imagem, por exemplo.
Cadeado - segurança
Quando o usuário tenta baixar a imagem, o que chega é um arquivo com extensão diferente, como .hta. Ao executá-lo, o Locky criptografa as informações no disco do usuário e coloca um arquivo chamado “_Locky_recover_instructions.txt” em todos os diretórios que foram protegidos. O plano de fundo do Windows também é alterado com as instruções de como ter os arquivos de volta.
Não custa avisar o amiguinho: o Facebook não exibe imagens como anexos no Messenger; a foto é mostrada diretamente na janela de chat.

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